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Mercado espera novos gatilhos

IPCA-15 pode dar fôlego, mas impulso adicional depende de corte nos juros dos EUA


IPCA-15 pode dar fôlego, mas impulso adicional depende de corte nos juros dos EUA
IPCA-15 pode dar fôlego, mas impulso adicional depende de corte nos juros dos EUA

Dose diária: 🚨 O Ibovespa deixou claro ontem que precisa de combustível extra para acelerar nesta reta final de mês. A ver, então, se o IPCA-15 (9h) terá forças para dar um impulso adicional à bolsa brasileira hoje. 
📈 Tudo vai depender da aposta de menos juros nos Estados Unidos seguir de pé. Os investidores estão convencidos de que o primeiro corte virá em maio, já na dose de 1 ponto.
🎗️ Caso esse cenário de queda daqui a seis meses ganhe projeção pelo Fed, a busca por ativos de risco, especialmente emergentes, tende a ganhar cor, deixando tudo azul também em dezembro. Por ora, o tom dos negócios lá fora está um pouco desbotado. 

O Ibovespa deixou claro ontem (27) que precisa de combustível extra para acelerar nesta reta final de mês, ampliando o rali de novembro. A ver, então, se o IPCA-15 (9h) terá forças para dar um impulso adicional à bolsa brasileira nesta terça-feira (28). 


Apesar da previsão de aceleração no resultado mensal, pressionado pelos alimentos em casa, a prévia da inflação deve manter a trajetória benigna, com núcleos e serviços bem comportados. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses deve cair abaixo de 5%.  


Se confirmados, os números tendem a retirar prêmio da curva de juros, deixando a renda fixa menos atrativa, ao mesmo tempo em que valoriza o real. Aliás, o dólar segue orbitando ao redor de R$ 4,90, caindo quase 3% neste mês e mais de 7% desde o início do ano.


Mas essa expectativa para os ativos locais depende da aposta de menos juros nos Estados Unidos seguir de pé. Os investidores estão convencidos de que o primeiro corte virá em maio, já na dose de 1 ponto. As falas de dirigentes do Federal Reserve ao longo do dia calibram essa medida, enquanto a agenda traz apenas a confiança do consumidor (12h).  


Ou seja, o que os mercados querem saber é sobre o rumo da taxa nos EUA. Caso esse cenário de queda daqui a seis meses ganhe projeção pelo Fed, a busca por ativos de risco, especialmente emergentes, tende a ganhar cor, deixando tudo azul também em dezembro. 


Do contrário, entra em cena a narrativa de que a recuperação das ações globais nas últimas quatro semanas foi exagerada e cabe algum ajuste. Por ora, o tom dos negócios lá fora está um pouco desbotado. 


Os futuros dos índices acionários em Nova York oscilam na linha d’água, após uma sessão no vermelho na Ásia, onde pesou o lucro industrial na China mais fraco que o esperado (-7,8%). Na Europa, o sinal negativo antecede a fala de Christine Lagarde (13h), do BCE. 


💊 Pílulas do Dia 

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⏰️ Confira o desempenho dos mercados globais por volta das 7h30:

EUA/Futuros: Dow Jones +0,04%; S&P 500 -0,05% e Nasdaq -0,14%;

NY: Ibovespa em dólar (EWZ) +0,06% no pré-mercado; nos ADRs, da Petrobras +0,33% e os da Vale -0,27%;

Europa: Stoxx 600 -0,55%; Frankfurt -0,08%; Paris -0,47%; Londres -0,49%;

Ásia/Fechamento: Tóquio -0,12%; Hong Kong -0,98%; Xangai +0,23%;

Câmbio: DXY -0,01%, 103.19 pontos; euro -0,03%, a US$ 1,0951; libra +0,05%, a US$ 1,2633; dólar -0,03% ante o iene, a 148,65 ienes;

Treasuries: rendimento da T-note de dez anos em 4,410%, de 4,391% na sessão anterior; o rendimento da T-bill de 2 anos estava em 4,875%, de 4,854% mesma comparação;

Commodities: ouro +0,15%, a US$ 2.015,40 a onça na Comex; petróleo WTI +1,28%, a US$ 75,82 o barril; Brent +1,38%, a US$ 81,09 o barril; o contrato futuro do minério de ferro (janeiro/24) fechou em -1,69% em Dalian (China), a 960 yuans após ajustes (US$ 131,50).



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