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Mercado entre o antes e o depois do feriado

Mercado cai na volta do feriado nos EUA e deve ter ajustes de fim de mês hoje


Mercado cai na volta do feriado nos EUA e deve ter ajustes finais hoje
🧪 Dose diária:
🚨 O Ibovespa não conseguiu se apoiar nos ganhos da Petrobras e fechou em queda ontem, na volta do fim de semana prolongado nos EUA.
📏Hoje, véspera do feriado no Brasil, os mercados domésticos devem ter os últimos ajustes antes do fim do mês. 
🍽Mas o agito maior continua sendo nos juros. Afinal, é o risco fiscal e a pressão da curva americana que inibem o apetite por risco nos ativos. 
Para mais informações, leia a Bula do Mercado desta quarta-feira (29):

Na volta do fim de semana prolongado nos Estados Unidos, ontem, o Ibovespa não conseguiu se apoiar nos ganhos da Petrobras e acabou fechando em queda. O principal índice acionário brasileiro está cada vez mais longe dos 127 mil pontos conquistados no início de maio e já acumula queda de 1,7% no mês. 


Nesta véspera de feriado no Brasil, os mercados domésticos devem ter os últimos ajustes antes do fim do mês, já que o pregão da sexta-feira (31) deve ser menos movimentado. Aliás, depois de registrar o menor volume financeiro em quase cinco anos, a bolsa brasileira segue com um giro diário abaixo da média. 


O agito maior continua sendo nos juros. Afinal, foram o risco fiscal local e a pressão da curva nos Estados Unidos que abateram o apetite por risco nos mercados ontem. O sinal negativo se mantém em Nova York nesta manhã. Fato é que está cada vez mais difícil para os emergentes competirem com taxas altas da renda fixa americana. 


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Ainda mais após a prévia da inflação (IPCA-15) mostrar um resultado melhor que o esperado, colocando em dúvida o rendimento do IPCA+ acima de 6%. Como já dito aqui, na teoria, essa conta não fecha. Com a taxa Selic permanecendo em dois dígitos, as expectativas de inflação tendem a ceder, ficando mais próximas à meta de 3%.



Talvez, só o dólar +6% faça sentido, pois o rendimento do título de 10 anos dos EUA acima de 4% é algo raro. Conforme levantamento da Avenue Securities, nos últimos 15 anos, o retorno desse papel esteve abaixo de 4% em 95% das vezes. Abaixo de 4,5%, então, em 98,5% do tempo (vide gráfico abaixo).     



Diante disso, a recomendação do dia é escutar mais comentários de dirigentes do Federal Reserve, enquanto aguardam o Livro Bege (15h). As declarações combinadas com o documento devem trazer novas pistas sobre o tão aguardado início dos cortes nos juros dos EUA. Por aqui, saem dados de emprego do IBGE (Pnad) e do governo federal (Caged).


💊 Pílulas do Dia 

Uma questão de expectativas: IPCA-15 e IPCA+ estão fora da ordem. Entenda.


⏰️ Confira o desempenho dos mercados globais por volta das 6h40:

EUA/Futuros: Dow Jones -0,51%; S&P 500 -0,64% e Nasdaq -0,72%;

NY: Ibovespa em dólar (EWZ) -0,10% no pré-mercado; nos ADRs, Vale -0,08% e Petrobras +0,20%;

Europa: índice Stoxx 600 -0,55%; Frankfurt -0,60%; Paris -0,79% e Londres -0,30%;

Ásia/Fechamento: Tóquio -0,77%; Hong Kong -1,83%; Xangai +0,05%;

Câmbio: DXY +0,10%, aos 104.72 pontos; euro -0,09%, a US$ 1,0847; libra -0,09%, a US$ 1,2760; dólar -0,03% ante o iene, a 157,13 ienes;

Treasuries: rendimento da T-note de dez anos em 4,564%, de 4,557% na sessão anterior; o rendimento da T-bill de 2 anos estava em 4,962%, de 4,951% na mesma comparação;

Commodities: ouro -0,63%, a US$ 2.343,00 a onça na Comex; petróleo WTI +0,29%, a US$ 80,51 o barril; Brent +0,32%, a US$ 84,90 barril; o contrato futuro do minério de ferro mais líquido (setembro/24) fechou com -1,66% em Dalian (China), a 886,00 yuans após ajustes (US$ 123,74). 


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