top of page

Mercados recebem inflação nos EUA na véspera do feriado

Cautela deve marcar pregão antes da volta do apetite ao risco


Cautela deve marcar pregão antes da volta do apetite ao risco
Cautela deve marcar pregão antes da volta do apetite ao risco
Dose diária: 🚨 Os mercados globais aguardam os dados de inflação nos Estados Unidos para chancelar as apostas de fim do aperto dos juros pelo Federal Reserve. Os investidores esperam que os números mais fracos dos preços ao consumidor americano em outubro sejam a senha para a volta do apetite ao risco
🛬Porém, a véspera do feriado nacional tende a frear o ímpeto dos mercados locais. O debate sobre a mudança da meta fiscal em 2024 reduz a tração dos ativos por aqui, com a possibilidade de adiar a definição para março prolongando a letargia do mercados.
⛱️ Fato é que os mercados estão à espera de um suporte para sustentar os ganhos acumulados em novembro E, de quebra, conseguir fôlego extra para uma valorização adicional até dezembro. Talvez hoje não seja o dia para encontrar esse apoio, ao menos por aqui. 

Os mercados globais aguardam os dados de inflação nos Estados Unidos (10h30) nesta terça-feira (14) para chancelar as apostas de fim do aperto dos juros pelo Federal Reserve. Os investidores esperam que os números mais fracos dos preços ao consumidor (CPI) em outubro sejam a senha para a volta do apetite ao risco


Após iniciarem a semana em ritmo lento, as bolsas de Nova York e o Ibovespa tentam prolongar a recuperação engatada neste mês. Porém, a véspera do feriado nacional tende a frear o ímpeto dos mercados locais, reduzindo a liquidez dos negócios com ações, que já registrou forte queda em outubro (vide Pílulas do Dia).


O debate sobre a mudança da meta fiscal em 2024 reduz a tração dos ativos, com a possibilidade de adiar a definição para março prolongando a letargia do mercados. Mas não é só o Brasil que sofre a ameaça de ser carimbado como uma economia mais insegura. A preocupação com a nota de crédito dos EUA pautou o pregão ontem.


Ainda assim, em ambos os casos não há nenhuma novidade. A decisão da Moody’s veio na esteira do rebaixamento promovido pela Fitch meses atrás, ao passo que a desconfiança por aqui quanto ao cumprimento da ambiciosa meta de déficit zero no ano que vem era geral.   


Mercados têm pausa em meio ao agito


Fato é que os mercados estão à espera de um suporte para sustentar os ganhos acumulados em novembro e, de quebra, conseguir fôlego extra para uma valorização adicional até dezembro. Talvez hoje não seja o dia para encontrar esse apoio. Ao menos por aqui. Afinal, Wall Street funcionará normalmente amanhã.


Aliás, a quarta-feira (15) conta com indicadores importantes tanto nos EUA quanto na China. Já na agenda doméstica, o único dado do dia é o desempenho do setor de serviços (9h) em setembro, enquanto a safra de balanços repercute o lucro do Magazine Luiza e os prejuízos dos frigoríficos JBS e Marfrig, à espera do resultado da Azul, antes da abertura. 


💊 Pílulas do Dia 

Façam suas apostas: Caixa começa a receber apostas para a Mega da Virada 2023. Saiba mais.

Balanço dos balanços: Confira um compilado dos resultados divulgados na noite desta segunda-feira (13).

Fuga do risco: Volume médio negociado em ações na B3 tem forte queda em outubro. Confira

Estilo de vida: Os bairros mais caros da América Latina. Veja onde ficam e quanto é o metro quadrado.  


⏰️ Confira o desempenho dos mercados globais por volta das 7h20:

EUA/Futuros: Dow Jones +0,09%; S&P 500 +0,16% e Nasdaq +0,27%;

NY: Ibovespa em dólar (EWZ) ainda sem negociação no pré-mercado. nos ADRs, Vale +0,14% e o da Petrobras -0,58%;

Europa: Stoxx 600 +0,25%; Frankfurt +0,37%; Paris +0,14%; Londres -0,24%;

Ásia/Fechamento: Tóquio +0,34%; Hong Kong -0,17%; Xangai +0,31%;

Câmbio: DXY -0,09%, 105.53 pontos; euro +0,12%, a US$ 1,0699; libra +0,22%, a US$ 1,2254; dólar +0,13% ante o iene, a 151,73 ienes;

Treasuries: rendimento da T-note de dez anos em 4,613%, de 4,636% na sessão anterior; o rendimento da T-bill de 2 anos estava em 5,028%, de 5,045% mesma comparação;

Commodities: ouro +0,06%, a US$ 1.951,30 a onça na Comex; petróleo WTI +0,26%, a US$ 78,46 o barril; Brent -0,02%, a US$ 82,50 o barril; o contrato futuro do minério de ferro (janeiro/24) fechou em estável em Dalian (China), a 962 yuans após ajustes (US$ 132).



Posts Destacados
bottom of page